
Psicologia Infantil
Um espaço seguro para que bebês e crianças expressem seu mundo interno, estimulando o desenvolvimento da fala, a autorregulação e a organização emocional através do brincar e da sintonia afetiva.
Acolhimento desde os primeiros passos.
Especialista no acompanhamento de bebês, crianças e suas famílias, através de uma abordagem que prioriza o relacionamento e as diferenças individuais, atendendo na região da Freguesia - Jacarepaguá.
Agendar consulta
O que é?
"Uma abordagem terapêutica que entra no mundo da criança, utilizando o interesse natural de bebês e pequenos para promover a interação e o crescimento emocional."
Foco nas capacidades emocionais e marcos do desenvolvimento infantil.
Respeito ao perfil sensorial único de cada bebê ou criança.
A base afetiva de todo aprendizado e conexão.

Um espaço seguro para que bebês e crianças expressem seu mundo interno, estimulando o desenvolvimento da fala, a autorregulação e a organização emocional através do brincar e da sintonia afetiva.

Intervenção precoce e lúdica. Utilizando o ritmo e a melodia como ferramentas de conexão para o desenvolvimento de novas habilidades em crianças, com atendimentos individuais ou em grupos.
Dedico minha prática ao florescer de bebês e crianças. Acredito que o desenvolvimento acontece no encontro e no respeito mútuo. Com uma abordagem que integra ciência e afeto, busco ser o apoio fundamental para famílias que desejam o melhor para o futuro de seus pequenos, atendendo em meu consultório na Freguesia, Jacarepaguá - RJ.

Conteúdos pensados para levar clareza e acolhimento para sua rotina.
As principais respostas para apoiar a jornada de desenvolvimento do seu pequeno.
Resposta: A musicalização é educativa: ensina a tocar instrumentos, cantar e seguir o ritmo. A musicoterapia é um tratamento de saúde: usamos a música e os instrumentos para ajudar a criança a se comunicar, focar e expressar emoções. Aqui, não importa a nota certa, mas sim a conexão criada pelo som.
Resposta: Crianças com autismo costumam ser muito sensíveis a sons e ao ambiente. Na musicoterapia, usamos o som para acalmar o sistema nervoso. Começamos imitando os sons da própria criança para entrar no mundo dela. Ao perceber que estamos juntos, ela nos olha, sorri e aceita interagir, o que melhora o olho no olho e a comunicação.
Resposta: Não, se usada do jeito certo! Com crianças agitadas, fazemos o “acompanhamento rítmico”: se ela pula ou bate as mãos, tocamos o tambor ou violão no mesmo ritmo dela. Depois, vamos diminuindo a velocidade da música bem devagar. O corpinho da criança acompanha essa desaceleração, ajudando-a a se acalmar e a se organizar internamente.
Resposta: Significa “tempo de chão”. Nós saímos da cadeira e vamos para o tapete, na altura da criança. Em vez de ditar a brincadeira, seguimos a liderança dela. Se ela quer apenas rodar a rodinha de um carro, entramos nesse interesse e criamos desafios carinhosos para transformar o ato isolado em uma brincadeira de duas pessoas.
Resposta: Sim! Antes de falar palavras, a criança precisa aprender a “conversar” com gestos, olhares e sons. Na musicoterapia, estimulamos esse vai e vem. Por exemplo, cantamos uma música que ela ama e paramos no final; para continuar, ela precisa nos olhar ou fazer um som. Essa troca é a base para a fala surgir.
Resposta: O cérebro infantil se desenvolve por meio do afeto e de interações humanas reais, não com telas. No tablet, a criança é passiva. No chão, jogando bola ou cantando, ela precisa ler nossas expressões faciais, sentir o toque e responder ativamente. É essa troca calorosa que estimula o pensamento e o amadurecimento emocional.
Resposta: Ser independente é fazer as coisas sozinho. Mas focar apenas nisso pode fazer a criança se isolar para não precisar interagir. Buscamos a interdependência: a capacidade de fazer as coisas sozinho, mas também de se conectar, pedir ajuda e colaborar. O sucesso na vida depende de saber viver com o outro.
Resposta: Crianças com atrasos no desenvolvimento costumam repetir movimentos porque isso traz conforto. Se ela joga objetos, olhamos para a sua “idade de desenvolvimento” atual, e não para a idade cronológica. Em vez de brigar, entramos na brincadeira: se ela enfileira carros, fazemos um “túnel” com as mãos, transformando o ato repetitivo em interação.
Resposta: Servem sim, e quanto antes, melhor! Atendemos bebês bem pequenos. Se o bebê chora muito com barulhos, evita o olhar ou não reage ao toque, usamos canções de ninar e ritmos suaves para ajudá-lo a se acalmar e a se conectar com os pais, criando uma base firme e segura desde o início.
Resposta: Sim, os pais participam ativamente! O Floortime é uma filosofia para o dia a dia, não apenas para a clínica. Ensinamos vocês a lerem os sinais sutis do seu filho e a estenderem as brincadeiras em casa, na praça ou no carro. Quando os pais se tornam essa base carinhosa, o desenvolvimento da criança decola.
O desenvolvimento infantil não é uma corrida rígida, e cada criança tem seu próprio ritmo. No entanto, existem sinais sutis relacionados à comunicação, à interação social e à regulação que merecem nossa atenção cuidadosa. Mais do que olhar apenas para o andar ou o falar isolados, nós observamos como a criança se conecta com o mundo.
É importante buscar uma avaliação profissional se você notar que o bebê ou a criança:
Identificar esses sinais precocemente não significa um diagnóstico fechado, mas sim uma oportunidade preciosa de intervir com afeto, música e brincadeira, ajudando o cérebro do bebê a criar novas e fortes conexões.
"O desenvolvimento acontece no encontro e no respeito."