Adhara Agendar consulta
Psicologia & Musicoterapia

Onde o desenvolvimento de bebês e crianças encontra o afeto: Psicologia e Musicoterapia baseadas no modelo DIR/Floortime

Acolhimento desde os primeiros passos.

Especialista no acompanhamento de bebês, crianças e suas famílias, através de uma abordagem que prioriza o relacionamento e as diferenças individuais, atendendo na região da Freguesia - Jacarepaguá.

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Foto mãos de crianças - Metodologia DIR/Floortime

O que é?

"Uma abordagem terapêutica que entra no mundo da criança, utilizando o interesse natural de bebês e pequenos para promover a interação e o crescimento emocional."

O Modelo DIR/FLOORTIME

Metodologia

  • D

    Desenvolvimento

    Foco nas capacidades emocionais e marcos do desenvolvimento infantil.

  • I

    Individualidade

    Respeito ao perfil sensorial único de cada bebê ou criança.

  • R

    Relacionamento

    A base afetiva de todo aprendizado e conexão.

Especialidades

Foto Psicologia Infantil

Psicologia Infantil

Um espaço seguro para que bebês e crianças expressem seu mundo interno, estimulando o desenvolvimento da fala, a autorregulação e a organização emocional através do brincar e da sintonia afetiva.

Foto Musicoterapia Precoce

Musicoterapia Precoce

Intervenção precoce e lúdica. Utilizando o ritmo e a melodia como ferramentas de conexão para o desenvolvimento de novas habilidades em crianças, com atendimentos individuais ou em grupos.

SOBRE A PROFISSIONAL

Adhara

Psicóloga e Musicoterapeuta, Mestrado pela UNIRIO e Especialista em DIR/Floortime

Dedico minha prática ao florescer de bebês e crianças. Acredito que o desenvolvimento acontece no encontro e no respeito mútuo. Com uma abordagem que integra ciência e afeto, busco ser o apoio fundamental para famílias que desejam o melhor para o futuro de seus pequenos, atendendo em meu consultório na Freguesia, Jacarepaguá - RJ.

Formação

Mestrado pela UNIRIO

Especialidade

Infantil e Bebês

Metodologia

DIR/Floortime

Foto sobre a profissional Adhara Pedrosa

Dúvidas Frequentes

As principais respostas para apoiar a jornada de desenvolvimento do seu pequeno.

Resposta: A musicalização é educativa: ensina a tocar instrumentos, cantar e seguir o ritmo. A musicoterapia é um tratamento de saúde: usamos a música e os instrumentos para ajudar a criança a se comunicar, focar e expressar emoções. Aqui, não importa a nota certa, mas sim a conexão criada pelo som.

Resposta: Crianças com autismo costumam ser muito sensíveis a sons e ao ambiente. Na musicoterapia, usamos o som para acalmar o sistema nervoso. Começamos imitando os sons da própria criança para entrar no mundo dela. Ao perceber que estamos juntos, ela nos olha, sorri e aceita interagir, o que melhora o olho no olho e a comunicação.

Resposta: Não, se usada do jeito certo! Com crianças agitadas, fazemos o “acompanhamento rítmico”: se ela pula ou bate as mãos, tocamos o tambor ou violão no mesmo ritmo dela. Depois, vamos diminuindo a velocidade da música bem devagar. O corpinho da criança acompanha essa desaceleração, ajudando-a a se acalmar e a se organizar internamente.

Resposta: Significa “tempo de chão”. Nós saímos da cadeira e vamos para o tapete, na altura da criança. Em vez de ditar a brincadeira, seguimos a liderança dela. Se ela quer apenas rodar a rodinha de um carro, entramos nesse interesse e criamos desafios carinhosos para transformar o ato isolado em uma brincadeira de duas pessoas.

Resposta: Sim! Antes de falar palavras, a criança precisa aprender a “conversar” com gestos, olhares e sons. Na musicoterapia, estimulamos esse vai e vem. Por exemplo, cantamos uma música que ela ama e paramos no final; para continuar, ela precisa nos olhar ou fazer um som. Essa troca é a base para a fala surgir.

Resposta: O cérebro infantil se desenvolve por meio do afeto e de interações humanas reais, não com telas. No tablet, a criança é passiva. No chão, jogando bola ou cantando, ela precisa ler nossas expressões faciais, sentir o toque e responder ativamente. É essa troca calorosa que estimula o pensamento e o amadurecimento emocional.

Resposta: Ser independente é fazer as coisas sozinho. Mas focar apenas nisso pode fazer a criança se isolar para não precisar interagir. Buscamos a interdependência: a capacidade de fazer as coisas sozinho, mas também de se conectar, pedir ajuda e colaborar. O sucesso na vida depende de saber viver com o outro.

Resposta: Crianças com atrasos no desenvolvimento costumam repetir movimentos porque isso traz conforto. Se ela joga objetos, olhamos para a sua “idade de desenvolvimento” atual, e não para a idade cronológica. Em vez de brigar, entramos na brincadeira: se ela enfileira carros, fazemos um “túnel” com as mãos, transformando o ato repetitivo em interação.

Resposta: Servem sim, e quanto antes, melhor! Atendemos bebês bem pequenos. Se o bebê chora muito com barulhos, evita o olhar ou não reage ao toque, usamos canções de ninar e ritmos suaves para ajudá-lo a se acalmar e a se conectar com os pais, criando uma base firme e segura desde o início.

Resposta: Sim, os pais participam ativamente! O Floortime é uma filosofia para o dia a dia, não apenas para a clínica. Ensinamos vocês a lerem os sinais sutis do seu filho e a estenderem as brincadeiras em casa, na praça ou no carro. Quando os pais se tornam essa base carinhosa, o desenvolvimento da criança decola.

O desenvolvimento infantil não é uma corrida rígida, e cada criança tem seu próprio ritmo. No entanto, existem sinais sutis relacionados à comunicação, à interação social e à regulação que merecem nossa atenção cuidadosa. Mais do que olhar apenas para o andar ou o falar isolados, nós observamos como a criança se conecta com o mundo.

É importante buscar uma avaliação profissional se você notar que o bebê ou a criança:

  • Até os 6 meses: Raramente faz contato visual sustentado durante a amamentação ou o brincar, ou não responde com sorrisos e sons quando alguém interage com ele.
  • Até os 12 meses: Não responde quando é chamado pelo nome, não faz gestos comunicativos (como apontar, dar tchau ou esticar os braços para pedir colo) ou demonstra pouco interesse em interações de “bate-volta” (como imitar sons ou sorrisos).
  • Até os 18 meses: Não demonstra intenção de se comunicar (seja por gestos, sons ou palavras simples) ou parece preferir brincar isolado o tempo todo, sem buscar o olhar do adulto para compartilhar sua alegria.
  • Em qualquer idade: Apresenta extrema dificuldade para se acalmar (mesmo com o aconchego dos pais), parece não reagir a sons do ambiente (ou reage de forma muito exagerada a eles) ou perdeu alguma habilidade que já tinha conquistado (como balbuciar ou fazer contato visual).

Identificar esses sinais precocemente não significa um diagnóstico fechado, mas sim uma oportunidade preciosa de intervir com afeto, música e brincadeira, ajudando o cérebro do bebê a criar novas e fortes conexões.

Pronto para começar esta jornada?

"O desenvolvimento acontece no encontro e no respeito."