O DIR/Floortime é a abordagem em que me especializei, e é também uma das mais comentadas quando o assunto é desenvolvimento infantil e autismo. Ao contrário de modelos focados só em corrigir comportamentos, o Floortime parte da conexão afetiva e do perfil sensorial único de cada criança para estimular o desenvolvimento emocional, a comunicação e o pensamento.
Reuni aqui os principais conceitos do método: a teoria por trás dele, como é uma sessão na prática, os círculos de comunicação que sustentam toda interação, como continuar o trabalho em casa, e como o Floortime se compara a outra abordagem conhecida, o ABA.
ABA e DIR/Floortime: Qual a Diferença no Autismo?
ABA e DIR/Floortime partem de filosofias bem diferentes: uma foca na modificação de comportamentos observáveis, a outra na saúde socioemocional e na conexão afetiva. Entenda essas diferenças para escolher o caminho que faz mais sentido para sua família.
Os Seis Degraus do Desenvolvimento Emocional: a Base do Floortime
O modelo de Greenspan descreve seis capacidades emocionais que toda criança constrói ao longo do desenvolvimento, e é essa teoria que sustenta a prática do Floortime. Veja os seis degraus explicados sem jargão.
Como é uma sessão de Floortime na prática
Uma sessão de Floortime não segue um roteiro fixo, ela segue a criança. Veja como é o ambiente, o papel do terapeuta, os desafios lúdicos propostos e como os pais participam do processo.
Círculos de Comunicação: a Base de Toda Interação no Floortime
Cada troca entre a criança e o adulto, um gesto, um olhar, um som, pode ser entendida como abrir ou fechar um círculo de comunicação. Entenda esse conceito central do método e veja técnicas práticas para ampliar as trocas.
Floortime em Casa: Como Continuar o Trabalho no Dia a Dia
O Floortime não fica restrito ao consultório. Veja como levar os princípios do método para a rotina real da família, com tempo realista e sem cobrança de perfeição.